Que a verdade seja dita: grande parte das pessoas querem ganhar na loteria e se tornarem milionárias da noite para o dia. Tudo isso para não ter que fazer mais nada na vida além de gastar dinheiro com viagens, roupas, jóias e tudo o que o dinheiro pode comprar. Infelizmente, essa é a mentalidade da maioria no país. É como se o seu futuro fosse uma espécie de jogo onde quem tem sorte obtém sucesso, e quem tem azar vive uma vida injusta.

Coincidentemente, são pessoas como essas que estão sempre insatisfeitas, vivem reclamando e esperam que algum milagre caia do céu para abençoá-las, ou até culpam os outros pela vida medíocre que possuem. Já vi muita gente que ao invés de sair da sua zona de conforto, sonhar alto e batalhar para atingir estes sonhos, ficam nas redes sociais vomitando palavras de justiça social, querendo ganhar mais e se posicionando como os justiceiros da sociedade, mas ficam de braços cruzados esperando que alguém faça isso por eles.

Vejam só: ao invés de estar trabalhando, o cara (que é funcionário público) está na rede social o dia inteiro, ou seja, perdendo tempo com algo que não agrega o menor valor no trabalho. E depois ele tem a cara de pau de reclamar que os serviços públicos são uma porcaria. Queria eu ser pago para ficar no Facebook (foi apenas uma ironia, pois não gosto de moleza na vida).

A minha motivação vem da vontade de vencer, de querer e fazer mais por mim, pela minha família e pelas pessoas mais próximas. Este desejo é o que me move para acordar toda manhã e trabalhar duro. Agora, existem outras cuja motivação é reclamar dos outros, terceirizar as responsabilidades e querer que um “messias” resolva todos os problemas.

Qual das motivações será que leva à uma vida profissional de sucesso? Aquela que prega o protagonismo ou aquela que prega o coitadismo? Para saber a resposta, basta olhar ao seu redor!